FÊNIX
Por Sueli Maia (Mai) em Dos ciclos de Morte e renascimento 12/18/2008...
.............................................................................Morria. Porque ali jazz_ia força imortal. Tocava. Tantas coisas mortas, e estirpadas, queimava, prá depois renascer. Ruia. Pássaro ferido, coisa pequenina-imensa, se ergue prá voar. Voava. Levando nas asas, as cargas e as dores de um mundo de um peso sem-fim. Renascia. Força e luz-egípcia menina-maria, Linda que emergiu da morte, sem dor e sem dó. Queimava e depois voltava, findando e fincando seu ninho-carvalho, queimado no breu. Ressurgia. Ave-pequenina cinza-ciclo, força-vida e Sol. Revivia. Porque na poesia, a palavra-alegria da força-maria é fênix-imortal.
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Desejo a todos os amigos, do ontem, do hoje e do amanhã,
todo o bem que eu puder inspirar. Voltarei em breve!
Alegria! Paz! Harmonia! Saúde! Força! Coragem!
Feliz Natal!