Inspirar-Poesia, um segundo sopro

analogias cotidianas - pastéis e abóboras...

Por Sueli Maia (Mai) em 2/17/2009



Dorme-se pouco, come-se menos e a cabeça dá sinais de fumaça em dias de muita tensão. Amigos são fundamentais, aguentam o tranco e dão o ombro sem cansar. Quem não tem amigo está frito e mau pago e fritos também são os pastéis. Uma boa digestão requer cuidado e antiácido sempre é útil quando se é obrigado a engolir um fast food ou um pastel (sem antiácido, você será o próprio food...) Carnaval batendo à porta e você, batendo os pinos e os parafusos, vê uma fantasia de homem bomba e não compra. Se livra da bomba e comemora o seu próprio carnaval sem pastéis. Abóboras e pastéis sempre serão o que são. Simplesmente pastéis e abóboras. Esta é uma filosofia complexa mas, quem quase panicou esta semana por estresse sabe bem o que é isso. Pastéis odeiam o fígado alheio (é uma questão pessoal do próprio pastel). Você não tem nada com a história do pastel mas ele quer te ferrar. E pastéis são gordurosos e podem ser recheados de vento. E ai é que está o problema. Pastéis de vento deixam você aerado e aerofágico. Pastéis são anti-sociais porque quem o prova elimina todo recheio (o vento) publicamente. E ainda sobra prá quem estiver ao seu lado. Fatalmente alguém olhará para você com cara (também) de pastel assim que sentir o poderosíssimo gás do outro pastel. Abóboras são diferentes, são laxantes. Há abóboras e abobrinhas. Eu peço desculpas a todos mas, hoje, eu juro, precisava falar abobrinhas... Vou entrar na banheira e só saio bem tarde da noite. Em dia das bruxas, abóboras sorriem.


...


Imagens Google

7 comentários:

Léo Mandoki, Jr. disse... @ 17 de fevereiro de 2009 16:32

...adoro pastel! odeio abóbora...!
...vinicius de moraes, churchill, hemingway...passavam longas horas na banheira...e não gosto de banheira....!
..gosto msm é de paistéu! (sinto uma enorme saudades de comer paistéu) daqueles que se vendem no ponto final do lotação às 23h. Sabe? crocantezinho, sabe? rodeado por uma pequena mancha de gordura, sabe?
prefiro isso do que sexo!

Café da Madrugada® Lipp & Van. disse... @ 17 de fevereiro de 2009 17:57

Ainda acho que com pastéis ou não, essa tensão contidiana, e essa grande massa coercitiva de pessoas, de stress, de falta de tempo ou de desorganização ...esta nos matando.

O pastel é como se fosse a ignição pra toda essa 'destruição'. Será que falei abobrinhas hj tbm? :/

É a tensão...
é a tensão.

FERNANDA-ASTROFLAX disse... @ 17 de fevereiro de 2009 19:56

QUERIDA MAI, ADOREI TUA POSTAGEM...
DEIXO-TE UM GRANDE ABRAÇO DE CARINHO E TERNURA,
FERNANDINHA

Márcio Ahimsa disse... @ 17 de fevereiro de 2009 20:05

Alimentação à parte, sou louco por abóbora, de todo jeito, cozida, em guisado, doce de abóbora, abóbora com leite, rs. Agora pastel, evito, por causa da gastrite.
Quanto à analogia das palavras, hum, também gosto de falar abobrinha, quase sempre. É o que mais faço, falo abobrinha o tempo todo e ainda tenho cara de pastel, rs. Mas, faz parte da gente. Não há como evitar.

Beijos, Mai.
Escreva sempre, pois, sempre que puder, estarei por aqui compartilhando contigo teus escritos.

PALAVRAS AO VENTO disse... @ 17 de fevereiro de 2009 20:33

Adorei o texto. Me deu vontade de comer um pastel de vento, mas hj vai pizza. Na TPM desse tudo e o estômago sofre...

Ótimo falar abobrinha as vezes e sobre elas.

Bjs

Jacinta Dantas disse... @ 17 de fevereiro de 2009 21:20

Pois é May,
pastéis e abóboras sempre serão pastéis e abóboras. E, a gente se traveste neles para comunicar nossa condição. Hoje, por exemplo, adoto a linha "cara de pastel de fera - e no fim da fera". Mas, abóbora, pode virar carruagem, dizem.
Beijos.

Luciene de Morais disse... @ 18 de fevereiro de 2009 00:11

Pastéis são/estão fritos.
Pastéis são gordurosos.
Pastéis podem fazer mal a qualquer fígado.
Pastéis podem ser recheados de vento, e neste caso, anti sociais...
Quem se importa?
Quem come pastéis. (Porque pastéis também são gostosos!)
Onde está o problema?
Na quantidade? Na falta? No excesso? No recheio? Pastéis tem poder? Podem deixar... assim ou assado? De quem é o poder? Do pastel? De quem escolhe comer? De quem escolhe a quantidade?
Pergunto-me, porque por vezes, engulo quantidade do que não me faz bem. Mas depois penso... que o poder de ter comido menos, sempre foi meu. É sempre bom poder escolher não comprar a fantasia-bomba... embora pareça tão atraente e do número exato. Se escolhi, e para mim foi bomba, digo a mim mesma: "prometo ser feliz da próxima vez!
Brincadeiraaaaaaaaaaaaa.....
Amo você Mai
Minha linda alma gêmea (somos lindas então, rs)
Amiga de infância
(liga não, tomei vinho hoje)
BEIJOOOO, ABRAÇOSSSS E MUITO CARINHO

Postar um comentário

 

Seguidores

Links Inspirados